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  • 2020.08.06

    O que é economia criativa e como ela está se desenvolvendo em 2020?

    Economia criativa é um conceito que define ideias e negócios que são movidos pelo capital cultural, criativo e intelectual. O mercado que envolve as iniciativas de economia criativa é chamado de indústrias criativas e elas envolvem ações e atividades que tenham relação com a produção e distribuição de serviços e produtos criativos e muitas vezes, alternativos.


    O conceito de economia criativa tem como mola propulsora a transformação digital, e, a economia criativa é uma das maiores expressões econômicas do momento.


    A criatividade é uma das habilidades que mais esteve em alta em 2019, segundo pesquisa do Global Talent Trends 2019, do LinkedIn. Essa habilidade é aquilo que todos querem, mas não sabem como desenvolver, e com as redes sociais e os avanços da tecnologia, ficou mais fácil de encontrar meios para divulgar!


    A relação entre criatividade e economia é mais presente do que você imagina, e esse artigo é sobre como esses conceitos se misturam e como eles estão mudando os padrões de consumo em 2020.


    Economia criativa é o conceito que define os negócios que envolvem não apenas economia, mas também cultura, criatividade e tecnologia, no mundo contemporâneo, ou seja, o nosso mundo de hoje que é dominado pelas redes sociais que exploram imagens, textos sons e símbolos o tempo todo.


    Alguns exemplos de economia criativa no nosso cotidiano são empresas como iFood, Uber e Uber Eats, Rappi, Netflix etc. Essas empresas são tecnologias disruptivas, inovadoras e funcionais. Esses serviços surgiram de uma ideia que buscava resolver problemas comuns na vida das pessoas no mundo todo, todos os dias.


    Rapidamente essas ideias se tornaram populares e valiosas, e hoje em dia essas empresas valem bilhões de dólares. 

    Não existe uma regulação determinada para definir os setores da economia criativa, isso varia entre países, mas os principais setores da economia criativa, independentemente de região são os que englobam tecnologia, arquitetura, design, games, cultura, entretenimento, artes e audiovisual em todas as suas expressões. 


    A economia criativa é um setor que busca compreender, entreter, engajar e ajudar o público, lançando produtos e serviços que se baseiam em ideias para os mais diversos fins.
    Ela pode ir de uma simples feira de artesanatos até mesmo os streamings mais modernos e tecnológicos que vimos nos últimos tempos.

    Criando empregos, gerando renda e impulsionando a divulgação e exportação de elementos culturais em escala global, como vemos nos streamings de filmes e séries.

    Como a economia criativa está se desenvolvendo em 2020?

    A economia criativa vem mudando o mercado por um motivo que pode parecer simples, mas causa bastante impacto: ela busca soluções modernas para problemas antigos e os que ainda não existem. E, com a velocidade em que tudo está se transformando, trabalhar com vertentes criativas significa a busca pela sobrevivência no cenário altamente competitivo atual. Por conta disso, as empresas estão correndo cada vez mais rápido para melhorar os serviços já existentes e buscar novas oportunidades de negócios.

    Esforços como estes vem conquistando um espaço cada vez maior na economia mundial e a partir deles, as empresas e profissionais que buscam o diferente e o novo, saem na frente. É preciso pensar fora da caixa!


    Se há alguns anos, a economia criativa era vista apenas como o setor que englobava as startups, hoje em dia, a grande maioria das empresas buscam aproveitar suas oportunidades e adaptar os conceitos abertos por elas. É uma tendência mundial que não tem previsão de encolhimento ou fim.


    Com o aumento do acesso às informações, bem como a grande oferta de gadgets e inovações digitais, as empresas conseguem estudar melhor o comportamento do consumidor e vender um produto ou serviço que seja o que ele espera consumir. 

    Pesquisas recentes mostram como os setores e as empresas de economia criativa conseguem manter a roda da economia girando mesmo em cenários de recessões e crises.



    Só nos anos de 2015 e 2016, a economia criativa conseguiu somar cerca de 155,6 bilhões de reais no Brasil. Em países como o Reino Unido, iniciativas de economia criativa já fazem parte dos planos econômicos locais, e na Alemanha e nos Estados Unidos, ela passou a integrar práticas e políticas industriais. 


    Em 2020 o mundo parou por causa da pandemia do novo coronavírus, o que fez todos os setores repensar em como seria daquele momento em diante. Essa crise foi além da saúde e impactou todas as áreas da vida em sociedade, e no cenário econômico não foi diferente.


    As medidas de proteção com as recomendações de isolamento, quarentena e lockdown suspenderam as atividades comerciais e prejudicaram não apenas os autônomos, mas também as empresas pequenas.


    E, nesse momento, mais uma vez as iniciativas de economia criativa se fizeram presentes em uma nova realidade onde não havia mais bares ou restaurantes, apenas deliverys por aplicativos, cinemas, teatros e shows, se tornaram lives e um grande aumento no acesso aos catálogos de streamings. 


    O consumo precisou mudar e as empresas que nasceram das ideias modernas conseguiram se adaptar e expandir seus negócios, enquanto quem permaneceu com ideias antigas, amargou e está amargando os efeitos de um longo período de isolamento social que ainda não tem previsão de fim.


    Enquanto não existe ainda uma vacina para erradicar o vírus, existe uma saída para tentar amenizar os problemas que vieram com ele, e essa saída se chama criatividade.

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